A Complacência do Judiciário nas relações de Consumo
Me pego pensando no quão melhor seria a vida das pessoas no Brasil se o judiciário abandonasse sua posição atual de inércia, complacência, nauseante e corrupta.
Pense comigo.
Relativo às relações de consumo: público e notório que as empresas em sua maioria esmagadora se utiliza do pacta sunt servanda para usurpar do consumidor não só o dinheiro como também a dignidade.
Contratos cheios de taxas ilegais, cobranças indevidas, desrespeito numa simples troca de produto, ludibriação, publicidade enganosa, tentativa eterna de não conceder os direitos básicos do consumidor.
Por sua vez o consumidor quando cria coragem para entrar na justiça, se depara com a lentidão e ao final com o ridículo valor da indenização arbitrada, 2, 3 quem sabe 5 mil reais.
A alegação é de proibição do enriquecimento ilícito por parte do consumidor, que o judiciário não pode conceder indenização de vulto, pois assim o consumidor teria vantagem ilegal.
Pois bem, a empresa pode furtar, enganar, humilhar, enriquecer ilicitamente, já o consumidor deve se dá por satisfeito com 1mil reais de indenização se ele for pobre.
Mesmo alguns defendendo a tese que o correto seriam ações coletivas, eu digo: Judiciário acorda, larga de ser inerte e corrupto, aplique o sistema americano (punitivo) e puna o infrator, a empresa desonesta e nefasta, só assim teremos algum resultado, e após algumas decisões de milhões de reais as empresas certamente começarão a respeitar quem os sustenta: consumidor.
Pois consciência não terão jamais se não atacar seus bolsos.
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